Suplementos Alimentares: O que são? O que precisa? Como utilizar os suplementos de forma eficaz:

Melhor Suplemento Para Emagrecer

Vitaminas, minerais, ervas, nutrientes herbais e eliminadores de massa gorda, que expandam, incrementem e maximizem a óptima forma física e um estilo de vida mais sano.

Um suplemento alimentar pode compreender-se tais como substância dietética utilizada pelo homem para completar ou suplementar as suas urgências nutricionais. Os suplementos alimentares não são apenas alimentos, fórmulas não artificias, cujo o objectivo é completar a sua dieta alimentar de maneira a obter os seus alvos desportivos, aperfeiçoamento da condição física, saúde geral e vicissitudes não artificias a tratamentos e conjucturas clínicas, a ser este último ponto só dever ser considerado em caso de precaução e não de tratamento específico de um quadro clínico médico.

É imperativo ressalvar que os suplementos alimentares não devem nunca ser empregados para render uma alimentação variada e que deve sempre consultar um profissional antes de tomar partido por qualquer espécie de suplemento alimentar.

Quais São os Principais tipos de Suplementos Alimentares?

Aminoácidos: De rápida assimilação são a matéria-prima da proteína. Advertem-se a atletas que treinem intensamente e necessitem de uma reposição rápida e repetida de proteína no corpo.

Hipercalóricos: Substâncias e misturas de substâncias de elevada categoria. Para todos os que cobiçam potênciar o seu peso e manter as suas reservas energéticas. São ricos em fibra, vitaminas, minerais, contêm um baixo teor de ácidos gordos saturadas e excessivas porções de calorias.

Hiperproteicos: Suplementos Alimentares de elevada concentração proteíca e baixíssima ou zero concentração de trigliceridos. Ideal para atletas que desejem conservar-se "secos" e definidos enquanto desenvolvem a sua musculatura. Sendo a proteína a matéria prima da construção muscular, estes produtos são de extrema importância para qualquer praticante de desporto.

Eliminadores de massa gorda (Termogênicos/Queimadores de gordura): Aumentam a temperatura corporal e aceleram o metabolismo, geram um défice calórico e reduzem a fome. Estes suplementos auxiliam na metabolização das gorduras saturadas, convertendo-as em energia disponível. Vitais para quem queira perder peso correcta e definitivamente de uma maneira rápida e segura.

Ácido Linoléico Conjugado (CLA): Produtos naturais de óleo de cártamo, utilizados para definição muscular e perda de gordura. Diminuem os níveis de gordura corporal e amplificam o ganho de massa muscular (ganho muscular) sem conterem estimulantes e sem nenhum género de efeitos adversos.

BCAA’s: Aminoácidos (L-valina, L-leucina e L-isoleucina) usados pelos musculos durante o exercício físico. Recomendado como anticatabólico após e antes de treinos muito intensos, para atletas que queiram estimular a capacidade de ganho muscular. Os BCAA constituem em média 35% da massa magra de qualquer pessoa, são indispensáveis para a preservação e crescimento do músculo. Os BCAA's constroem células e reparam tecidos, formam anticorpos, RNA, DNA e transportam oxigénio pelo corpo.

Suplementos protéicos, vários tipos de proteínas sob a forma de batidos que contribuem para a preservação e incremento muscular:

Albumina,
Whey Protein,
Caseína,
Proteína de soja,
Levedura de cerveja,
Creatina.

Carboidratos, essencias para a reposição energética e ganho de peso:

MaltoDextrina,
Dextrose,
Hipercalóricos em geral.

Estimulantes:
Óxido Nítrico (No2):
Energéticos:
Percursores de hGH e IGF_1:
Anabolizantes NATURAIS pró-hormonais:
Substitutos de Refeição:

Cafeína: como a cafeína tem ação lipolítica, supôs-se que a suplementação alimentar auxiliaria na lipólise e pouparia glicogênio muscular. Mas os efeitos foram contraditórios e apesar de ser também um intenso estimulante, a cafeína é um diurético, aumentando a perda líquida em atividade, um fator indesejável. A porção de cafeína para ter um fim significativo como estimulante é muito grande e seria considerada doping. Além disso, o consumo cotidiano de cafeína interfere na sua sensibilidade – pessoas que nunca consomem café são mais sensíveis aos seus resultados. Essa variação pessoal seria mais um complicador caso se faça uma norma individual de uso.

Carnitina: Atua como transportadora de lipídios intracelulares e pensou-se que o uso poderia promover a utilização de AGL circulantes. Mas os estudos demonstraram que esse género de suplementação não traz melhorias ao rendimento e que na verdade o talvez possa acelerar o processo é uma aceleração do funcionamento enzimático intracelular, o que só ocorre com o treino. Mesmo assim, a carnitina é vendida mundialmente sob o pretexto de ser um “queimador de gordura”.

Aminoácidos isolados: o consumo de aminoácidos isolados como suplemento iniciou com a suplementação alimentar de pessoas doentes e os defensores desta prática para atletas alegam que poderiam promover a secreção de hormona do crescimento (GH), mas isso não foi comprovado. Há indicações de que estes aminoácidos poderiam influenciar a assimilação de outros aminoácidos, provocar falha renal e lesões teciduais. A suplementação por longos períodos com aminoácidos não tem qualquer benefício demonstrado sobre a performance, podendo ainda possibilitar um quadro de resistência periférica à insulina. Não existe, portanto evidências apontando o uso de aminoácidos tais como sendo positivo para os atletas ou para o seu desenvolvimento.

Beta-hidroxi metil butirato: quando associado ao treinamento de força parece criar aumentos na massa muscular e na força, no entanto a porção dos estudos e as populações estudadas não permitem criar qualquer espécie de regra confiável.

Glutamina: é o aminoácido mais comum em nosso plasma e é muito queimado em exercício. Este aminoácido é fonte energética para as células do sistema imunológico e as quedas da glutamina baixam a resistência contra infecções oportunistas, um dos razões para gripes e resfriados próximos à competições ou treinos poderosos. A glutamina não pode ser suplementada eficientemente porque as células intestinais são elevadas consumidoras de glutamina e não permitem que ela passe para o sangue.

Além do efeito sobre o sistema imunológico, a glutamina poderia ter um fim anabolizante e de aumentar a construção de glicogênio. Formas associadas do aminoácido e outras alternativas estão a ser estudadas e há alguma comunicação de que mesmo com a questão da assimilação abdominal prejudicada, o fato de a tomar poderia proteger glutamina endógena.

Creatina: a capacidade limiar do sistema anaeróbico em criar energia é regulada pela degradação do fosfato de creatina e dura em média 10 segundos. A concentração de fosfato de creatina intramuscular é essencial para a realização de exercício anaeróbico, intermitente ou de somente um esforço único que tenha uma duração final 30 segundos.

A creatina que tomamos pode ser disponibilizada diretamente pela alimentação (carnes) ou ser manufacionada de maneira endógena pelo fígado, rins e pâncreas a partir dos aminoácidos glicina, arginina e metionina.

Os resultados da creatina são mais notáveis em condições tais como:

  • sprints;
  • modalidades explosivas de curta longevidade;
  • síntese de força extrema;
  • tempo livre até a exaustão em testes de alta intensidade;
  • capacidade de força e na composição corporal de levantamento de peso;
  • performance em elevação e saltos;

    O uso da creatina deve obedecer a uma estratégia porque ela é transportada para o interior celular por proteínas que, quando expostas por longos períodos a grandes serviços de creatina, perdem sua sensibilidade. Portanto, o consumo constante de creatina não resulta qualquer fim. O período em que a creatina intramuscular fica elevado é de 4-6 semanas.

    A creatina é mais bem digerida quando tomada junto em líquidos amenos. Até ao momento não se conhece nenhum risco à saúde devido à suplementação alimentar com creatina tais como na estratégia proposta. Poucos dos estudos sobre o uso crónico também não apresentam efeitos adversos ou colaterais.

Os Suplementos Alimentares Podem ser Nocivos à Saúde?

O uso de compostos naturais que melhorem a performance é uma prática antiga no meio esportivo, clínico e holistico, em usualmente não apresentam efeitos colaterais, ressalvando os quadros em que haja hipersensibilidade a algum dos componentes de sua fórmula, tais como no caso de diabéticos ou pessoas com problemas cardíacos. Caso existam efeitos-secundários, estas obrigatoriamente são salientadas no rótulo do produto. A maioria dos suplementos alimentares de marcas antigas e conhecidas contam com vastas análises e estudos imparciais.

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